Terça-feira, Outubro 31, 2006

mudar para... a sério

Vou deixar de brincar aos blogs
e talvez passe a brincar aos jornais.
logo se vê se aceito, a coisa não é só maravilhas, é sobretudo muita responsabilidade, muito trabalho, muitas horas de ocupação, problemas... etc. E pouca recompensa financeira! Estou farta disso nesta minha curtissima vida. Quero é; prestigio sim, mas com muito dinheiro!!! Por isso, logo se verá... mas a ideia é boa... brincar a sério! Quantos vivem sedentos por uma oportunidade de metade do temanho desta - a vida inteira - e não alcançam? e eu aqui ainda a pensar se passo a brincar aos carrinhos de guerra com uma armada a sério!

Segunda-feira, Outubro 23, 2006

alterar ou não alterar eis a questão

Que confuso o texto que aqui deixei no "post" anterior... e qu estranha essa sensação de nada dizer, principalmente quando reparo no efeito que ele surtiu em mim quando o ouvi... É curioso como as circunstâncias do momento alteram a nossa precepção e conseguem por vezes [como neste caso] dar significado à maior das formas abstractas.
"Sentei-me no sofá da minha sala - a hora que eu não controlei e que agora imagino tere sido entre as 3H e as 6 da manha -, liguei a televisão, corri quatro canais, sem os ver, e desliguei-a. Liguei o computador, preparei-me para escrever e não o consegui fazer. Peguei na guitarra, com o som abafado pela minha mão direita que repousava sobre as cordas impedindo-as de vibrar, conseguir sentir os acordes que conheço tão bem, mas não lhe reconheci a confidência da melodia, ou da harmonia. Coloquei os "wireless headphones made in China" e liguei o mp3. Jack, aquele do apelido igual ao mais famoso oleo para bebés, fez-me comprovar mais uma vez como as coisas simples são sempre tão mais uteis, práticas e funcionais. Em três músicas ouvi dizer tudo que eu queria soltar da minha garganta nessa noite. Transcrevi o que ouvi com maior clareza para o pc e publiquei como post."
... e depois relido chego à conclusão que pouco ou nada dizem essas palavras.
E faz-me lembrar como o momento e a disposição alteram em nós tudo que se passa em redor...
E fico então com a questão; porque não deixei ainda de te amar?!

Quarta-feira, Outubro 11, 2006

inspirado por J.J.

Estive sentado a pensar, a desejar, que acreditasses que as suprestições poderiam ser sinais simples(...) Deus sabe que o mundo é cruel. Mas eu não sou Deus. Não... Apenas um tolo. Que adora as artes mas não faço com que elas te amem. (...)
Tu me disseste que viste (sonhaste com) alguèm me trazer alguma felicidade. Não vale a pena estar a mentir. Tinhas razão. Mas vamos deixar que esse tempo passe.
Ao fim de algum tempo ambos estamos agora desleixados. O que acontece é que ninguém gosta de ser “largado”. Pode ser até ser que ela me ajude a largar... [-te]... mas até lá vou ter que te mentir. «Parece-me que talvez o máximo de mim possa ser o mínimo, portanto não me digas que és capaz de o deixar ir.»
Tudo que te posso dizer é que não há combinação de palavras que eu possa colocar nesta carta e, nenhuma canção que eu te possa cantar... mas, posso tentar o teu coração. Os nossos sonhos são feitos de coisas verdadeiras, como leitores de cd’s e fotografias. O amor é a resposta, pelo menos para a maior parte das minhas questões, como: porque estamos aqui, para onde vamos, poque é que às vezes a vida é tão dificil. Nem sempre é tão fácil como poderia. Agora te digo; é sempre melhor quando estamos juntos.