amor - ter ou não ter
A circunstância da inexistência maça pelo óbvio manifesto de não se poder possuir. Mais molesta ainda, o caso de não se poder possuir algo que verdadeiramente existe. Algo que é ansiado mas que está para além das possibilidades de posse, gera imperativamente uma das duas situações: a resignação pela ausência ou, o acréscimo do talante de o possuir.
Hoje aprestei-me que não irei conseguir o maior de todos os meus desejos, a reciprocidade de sentimentos da mulher que amo. É a inexistente possibilidade de ela de amar. Digo que, mais tarde ou mais cedo ela se dará conta do desejo que brota sobre as cinzas do que se perde. Neste caso foi os meus sentimentos que ela perdeu. A perda desses sentimentos é, a minha resignação.
Independentemente do tipo, seja material ou não, a ausência contunde sempre mais no caso do bem já haver sido pertence. E é sempre pior no caso da irreversibilidade.
Pode isto jogar a meu favor, pois poderá nela brotar o princípio dos sentimentos que tanto ensejo. Então assim o farei, pois, enquanto há esperança há vida. Na expectativa da posse vivo o desejo. Mas… afinal mudei de ideias, pensava que estava resignado pela definitiva inexistência?! … Parece que não. Ainda bem! Sabe bem ter objectivos, ambicionar algo. Nem que seja, como neste caso, algo inexistente. Espera aí… relembro-me que; “A circunstância da inexistência maça pelo óbvio manifesto de não se poder possuir.”, Então terei que me resignar mesmo! Bem, ao que parece possuo um seguro sentimento, que se objectiva pelo pleonasmo da hesitação. Raios, que confusão! Parece que afinal tenho padecimento de amor.
Independentemente do tipo, seja material ou não, a ausência contunde sempre mais no caso do bem já haver sido pertence. E é sempre pior no caso da irreversibilidade.
Pode isto jogar a meu favor, pois poderá nela brotar o princípio dos sentimentos que tanto ensejo. Então assim o farei, pois, enquanto há esperança há vida. Na expectativa da posse vivo o desejo. Mas… afinal mudei de ideias, pensava que estava resignado pela definitiva inexistência?! … Parece que não. Ainda bem! Sabe bem ter objectivos, ambicionar algo. Nem que seja, como neste caso, algo inexistente. Espera aí… relembro-me que; “A circunstância da inexistência maça pelo óbvio manifesto de não se poder possuir.”, Então terei que me resignar mesmo! Bem, ao que parece possuo um seguro sentimento, que se objectiva pelo pleonasmo da hesitação. Raios, que confusão! Parece que afinal tenho padecimento de amor.
